Uma boa solução para acabar com o problema da falta de destinação de verbas para a Educação (embora não muito educada!)
24 de mai. de 2007
Como investir em Educação
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23 de mai. de 2007
Novos blogs sobre Educação
Vestibular é coisa que dá dinheiro. "Tá, conta uma que eu não sei", o leitor pergunta. Pois a novidade é que o jornal O Globo resolveu investir no tema através dos blogs. Nesta terça, estreou o "Blog da Aula"
(http://oglobo.globo.com/blogs/blogdeaula/), espaço em que professores de colégios do Rio e São Paulo darão dicas sobre o conteúdo do vestibular.
O novo blog se juntará ao "Vestiblogando"
(http://oglobo.globo.com/blogs/vestiblogando), blog produzido por vestibulandos desde fevereiro e que também está hospedado no site do O Globo On-line. Os estudante tratam de diversos temas do cotidiano de um pré-vestibulando.
Sem uma certeza sobre como lucrar na internet, as empresas de comunicação estão apostando em tudo mesmo! É só ver os anúncios no lado direito dos blogs...
Aos que sabem fazer uso consciente de material de internet, lamentem-se: os blogs acima seguem o mesmo padrão do site do O Globo: não dá pra copiar o texto da tela com o mouse ou teclado. Mas como sou partidário do caráter colaborativo da internet, uma dica: indo em exibir/código fonte na janela do seu browser, é possível encontrar o texto em html. Só não esqueçam de dar os créditos.
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Diogo Honorato,
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Marcadores: vestibular
22 de mai. de 2007
Piso sem chão
O deputado Severiano Alves de Souza (PDT-BA), deu o tom da comissão de Educação diante do projeto que institui o piso salarial nacional para professores de Educação Básica: do jeito que está, não passa. Ele participou de audiência pública na assembléia legislativa de Santa Catarina nesta segunda.
Relator do projeto, o deputado criticou propostas como o prazo de dois anos para instituir o piso. De acordo com Severiano Alves, o Fundeb - quem aliás, não tem no nome a expressão "Valorização dos Profissionais de Educação" à toa - já prevê recursos suficientes para remunerar todos os professores com o valor de R$850. E, por isso, o piso já pode valer a partir de janeiro de 2008.
O deputado baiano também criticou a proposta de tratar o piso como remuneração, e incorporar as gratificações, e não como vencimento-base. O fato do piso ser o mesmo, independente da formação, e se referir a uma jornada de 40hrs foram outros pontos em que manifestou discórdia.
"Se fixarmos 40horas, vamos trocar 6 por meia dúzia. Como vamos possibilitar que esse professor consiga um curso superior?", protestou, indagando sobre uma possível carga excessiva. Segundo o relator do projeto, a maioria dos deputados da comissão de Educação da Câmara defende mudanças nesses pontos. O ideal, para Severiano Alves, seria uma carga de 25 a 30 horas semanais.
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Marcadores: Políticas de Educação
17 de mai. de 2007
Meia-entrada e meias-verdades
As
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14 de mai. de 2007
Mais sobre o PDE
A edição on-line da revista Nova Escola de maio dedicou espaço especial ao Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Além de explicar diversos pontos e disponibilizar links aprofundar temas, a reportagem também traz entrevista com o ministro da Educação Fernando Haddad e informa o estágio atual de cada uma das propostas. Pasmem: muitas das propostas já estão em vigência, o que já basta para tirar grande parte da purpurina do "PAC da Educação".
Também indico a animação sobre o desenvolvimento do pensamento pedagógico que a equipe da revista disponibilizou. Contudo, o especial restringe a abordagem, basicamente, à biografia dos pensadores.
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11 de mai. de 2007
Faltou perguntar
A repórter do Diário Catarinense Taís Shigeoka realizou a façanha de conseguir entrevista com o coordenador-geral do Instituto Estadual de Educação (IEE), Luiz Antônio Grocoski, que não se manifestava perante a imprensa desde quando foi barrado em sua posse. Os alunos que o impediram no mês passado exigiam a posse de outro professor eleito para o cargo de coordenador do IEE.
No entanto, a repórter perdeu a oportunidade de perguntar a Grocoski o conhecimento que possui sobre a realidade do maior colégio de Santa Catarina. Nem precisou. "Ainda estamos no processo de diagnóstico", afirmou Grocoski, deixando transparecer o quão sem norte se encontra.
Continua cedo para avaliar a capacidade de Grocosli para coordenar o Instituto. Principalmente por que duas questões mantém equilibrada a balança dos prós e contras. Grocoski possui pós-graduação como gestor escolar e, teoricamente, está apto a exercer qualquer cargo administrativo. Por outro lado, é professor de escolas públicas há pouco mais de três anos e talvez não conheça a realidade do ensino o bastante para assumir a direção de mais de 6 mil alunos.
Antônio Grocoski já se dispôs a falar com a imprensa. Falta agora um jornalista de raça conseguir entrevista com o secretário de Educação de Santa Catarina, Paulo Bouer. Dizem que nem os próprios gestores de educação conseguem marcar reunião. O secretário está trabalhando tanto assim?
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4 de mai. de 2007
Nosso novo coleguinha de classe, o computador
Aluno testa o XO, computador adaptado par Educaçãode crianças e distribuído gratuitamente por ONG (Foto: ABr)
Uma das
Às
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"Vejo às
José Antonio Klaes Roig, coordenador do
“Sou radicalmente contra o uso da tecnologia no ambiente escolar sem a presença do professor responsável pela turma. Há escolas que deixam os alunos a cargo de um técnico de informática no laboratório e o que acaba acontecendo é virar atividade recreativa, lúdica e não pedagógica”, comentou por e-mail.
Um dos exemplos que Roig cita é o uso softwares destinados à Educação de alunos com deficiência visual ou possibilidade de alunos surdos interagirem com ouvintes e assim melhorar o aprendizado.
"Essa máquina XO é tudo”
Talvez não seja apenas questão de melhorar as notas, mas de facilitar o aprendizado por alunos. E, nesse caso, melhor ainda que o computador seja adaptado às crianças. Tal particularidade distingue o laptop XO, que começou a ser distribuído no Brasil a partir do ano passado pela ONG One Laptop per Child (OLPC, “Um Laptop por Criança).
Esse computadorzinho tem empolgando pedagogos renomados, como a professora Léa Fagundes, da UFRGS, que ano passado recebeu homenagem da Unesco por seus métodos de aprendizagem baseados em tecnologias digitais. “Um aplicativo que todo mundo usa, é o Office, que não tem nada a ver com Educação, serve para escritório. [Com o XO] foi inventado um novo computador, feito só para Educação. É a máquina das crianças. Essa máquina é tudo!”, afirmou a pesquisadora em entrevista ao portal ARede.
Mas Léa Fagundes não poupa outros métodos de uso da informática, como o ClassMate, desenvolvido pela Intel, e o Mobilis. Ambos também são cogitados pelo MEC para uso nas escolas.
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Marcadores: Políticas Públicas



